Saudade

Hoje é dia de Iemanjá. Não preciso dizer que adoro, amo a Rainha do Mar. Queria estar na praia com minha filha Julia. Sentimos o mesmo amor pelo mar. A última vez que fomos à praia o mar a hipnotizou. Nunca a vi ficar tão serena, tão absorta ao mesmo tempo, brincando com o ir e vir das ondas.
Na praia eu, pai da Juju, acho meu centro. Acho meu ponto de equilíbrio. E ela herdou isso de mim. Fico feliz por ter passado justamente essa empatia com o mar pra ela. Do mar vieram todos os seres terrestres, inclusive a gente. Uma bagagem genética que levamos. Alguns sentem mais, outros menos. Julia sente como eu.
Sente o prazer de olhar a imensidão do céu juntar com o mar formando aquela linha do horizonte que parece estar em movimento quando olhamos (e está). Sente a energia das ondas quando batem na gente ou quando refluem. Se realiza com o movimento incessante da maré ou por simplesmente estar dentro d’água. Seus olhos não escondem a felicidade de estar na praia. Na beira do mar…

Iemanjá, a rainha do mar

Iemanjá, a rainha do mar


Esse primeiro post da nova fase do blog é cheio de saudade da minha filha. Cheio de saudade do mar. No dia da Rainha do Mar eu saúdo a ela, pela minha filha também. Jujú não entende. Mas com certeza sente.
Odo ya.

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